thagaste

Thagaste
(TAGASTE)
Thagaste, a titular see in Numidia, was a rather important municipality. It is mentioned by Pliny (V, iv, 4) and the "Itinerar. Antonini" (44), but nothing is known of its history. It is famous as having been the birthplace of St. Augustine, who was born there in 354 of the pagan Patricius and St. Monica. St. Augustine speaks of a monastery of Thagaste where he lived with Severus his compatriot and friend, later Bishop of Milevis. Only three bishops of Thagaste are known: St. Firmus (end of third century), mentioned in the Roman Martyrology on 31 July; St. Alypius, b. at Thagaste, the friend of Augustine, whose feast is 15 August; and Januarius, sent by Huneric into exile (484), where he died for the Faith. The See of Thagaste still existed about 600. At the time of the French occupation the country was under the dominion of the Arabized Berber tribe of the Hanensha, whose territory bordered on the modern Tunisia. Thagaste is now Souk Ahras, capital of a commune of 7500 inhabitants of whom 4000 are Europeans, and of a mixed community of 42,600 inhabitants, Department of Constantine, Algeria. Souk-Ahras, its modern representative, is built on a small peaked plateau, and is well served by railways. It is a very important agricultural centre, its industries consisting of vineyards, cattle-breeding, vast forests, and mining. Ruins of a basilica and various Christian monuments have been found.

caminho (01)

Somos caminhantes, peregrinos em marcha. Devemos pois, sentir-nos insatisfeitos com o que somos, se queremos chegar ao que aspiramos. Se nos contentamos com aquilo que somos, deixaremos de avançar. Se nos convencemos de que já alcançámos o suficiente, não voltaremos a dar um passo.
Sigamos andando, indo em frente, caminhando até à meta. Não aceitemos parar no caminho, nem voltar atrás, nem desviar-nos da rota. Aquele que pára, não avança. Aquele que suspira pelo passado, volta as costas à meta. O que se desvia, perde a esperança de chegar. É melhor ser um coxo no caminho certo, do que um atleta fora dele (Serm. 169).

comunidade (03)

O propósito das comunidades fundadas por SA não é outro senão imitar o género de vida da primitiva comunidade cristã de Jerusalém, como se lê nos Actos (4, 32-35).
O primeiro pelo qual estais juntos é para que habiteis em comunhão, tendo uma só alma e um só coração em marcha para Deus (Reg. 1,3).
É certamente um ideal utópico, irrealizável nesta vida, mas que se irá aproximando à medida que o espírito de Cristo cresça em cada um dos irmãos. Acontecerá então que a a tua alma já não te pertence por completo; pertence também aos teus irmãos. Mas as suas almas também te pertencem a ti. A tua alma e as suas almas são uma só alma: a alma de Cristo (E. 234).
E todos os membros da comunidade ficam enriquecidos, já que necessitamos dos outros para sermos nós mesmos (Ps. 125).
Uma comunhão desta qualidade só é possível com a ajuda de Deus. Bem aventurado é, Senhor, aquele que Te ama, e ao amigo em Ti, e ao inimigo por Ti. Só não perde nunca um ser querido, aquele que ama a todos n' Aquele que nunca se perde (C. 4, 9).

comunidade (02)


Uma comunidade inspirada pelo amor cristão é o mais formoso templo levantado a Deus nesta terra. Ouçamos o que diz a escritura das muitas pessoas que acreditaram através da pregação dos apóstolos:
Fizeram-se um templo ao Senhor. Não só se converteu cada uma delas num templo de Deus, como ainda, todas juntas formaram um único templo. Por isso diz a escritura: havia neles uma só alma e um só coração, em Deus. (Ps. 131).
Não constituem morada do Senhor senão aqueles que se unem pela caridade. Se as vigas e os blocos de uma casa não estivessem unidos pela sua ordem, ninguém se atreveria a cruzar o umbral da porta. Pelo contrário, quando as vigas e os blocos do edifício estão solidamente unidos, todos entram na casa sem receio. Por isso, querendo Cristo entrar a habitar em nós, dizia, como se estivesse a edificar: dou-vos um mandamento novo, que vos ameis uns aos outros. (Serm. 336).